

Diagnóstico precoce e acompanhamento especializado são essenciais para lidar com a alopecia androgenética e manter a saúde capilar – Foto: Divulgação
A queda de cabelo progressiva afeta milhões de pessoas, e a alopecia androgenética é a principal responsável. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), aproximadamente 42 milhões de brasileiros enfrentam algum grau dessa condição, que responde por 80% dos casos de calvície masculina e atinge 50% do público feminino.
Com origem genética e influência hormonal, a alopecia androgenética provoca o afinamento progressivo dos fios, resultando na perda de densidade capilar. Embora não tenha cura, há tratamentos eficazes que podem retardar a evolução do quadro e recuperar parte do volume dos cabelos.
Entenda o que é, como diagnosticar a condição e o que fazer para controlar a calvície.
Como a alopecia androgenética se manifesta
A alopecia androgenética é causada pela ação do hormônio di-hidrotestosterona (DHT), que enfraquece os folículos capilares ao longo do tempo, tornando os fios mais finos e menos densos.
Nos homens, a perda de cabelo ocorre principalmente na linha frontal e na coroa, formando as famosas “entradas”. Já nas mulheres, o afinamento é mais difuso, reduzindo o volume no topo da cabeça. Em alguns casos, pode estar associado a irregularidade menstrual, acne, obesidade e aumento de pelos no corpo.
Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia, a condição começa a se desenvolver na adolescência, quando os hormônios entram em ação e iniciam o processo de afinamento dos fios. No entanto, os sinais costumam se tornar mais evidentes entre os 40 e 50 anos.
A importância do diagnóstico precoce

Dra. Bruna Schena, médica do Instituto Alme (CRMSC 27801) – Foto: Divulgação/Instituto Alme
O diagnóstico precoce da alopecia androgenética é importante para preservar a saúde dos fios que permanecem e obter mais eficácia ao longo do tratamento. Porém, a avaliação precisa ser feita por uma equipe médica especializada.
Para identificar a condição, dermatologistas e tricologistas analisam o histórico familiar, o padrão de queda e realizam exames específicos, como a tricoscopia – método que amplia a visualização do couro cabeludo e permite identificar sinais de miniaturização dos fios.
Em alguns casos, os profissionais podem pedir exames hormonais e até biópsias para descartar outras causas que levam à queda capilar.
“É preciso fazer exame de sangue, investigar problemas de tireoide, déficit de vitaminas, como a D, B12, investigar zinco e a questão do ferro, por exemplo. Há pacientes que passam por cirurgias bariátricas, que têm também uma deficiência na absorção. Então, nós precisamos ter essa investigação completa” – explica a Dra. Bruna Schena, médica do Instituto Alme (CRMSC 27801).
Tratamentos para controlar a alopecia androgenética
O tratamento da alopecia androgenética tem como foco desacelerar a progressão da queda, preservar os fios ainda existentes e, sempre que possível, recuperar a densidade capilar. Como a condição é crônica e progressiva, a manutenção dos resultados depende do acompanhamento médico contínuo e da adesão ao tratamento adequado.
As opções terapêuticas variam de acordo com o estágio da calvície e podem ser divididas entre cuidados domiciliares e procedimentos realizados em consultório.
- Medicamentos tópicos e orais: o minoxidil estimula o crescimento capilar e fortalece os fios, enquanto finasterida e dutasterida bloqueiam a ação do hormônio DHT, prevenindo a miniaturização dos folículos. Nas mulheres, o tratamento pode incluir anticoncepcionais, espironolactona e ciproterona para equilibrar a ação hormonal.
- Microinfusão de medicamentos na pele (MMP): técnica que aplica ativos diretamente no couro cabeludo, potencializando a absorção e estimulando o crescimento capilar.
- Laser de baixa potência: tecnologia que melhora a circulação sanguínea no couro cabeludo, fornecendo mais nutrientes aos folículos e fortalecendo os fios.
- Transplante capilar FUE: procedimento avançado que redistribui folículos saudáveis para áreas afetadas, promovendo um resultado natural e duradouro.
A escolha do tratamento ideal depende de uma avaliação médica criteriosa, levando em conta o grau da alopecia e as expectativas do paciente. Combinar diferentes abordagens pode potencializar os resultados e minimizar os impactos estéticos e emocionais da queda capilar.
Instituto Alme: tecnologia e especialização no cuidado capilar

Além de tricologia, a clínica oferece dermatologia, estética e nutrição funcional – Foto: Divulgação/Instituto Alme
O Instituto Alme é referência no diagnóstico e tratamento da alopecia androgenética, oferecendo uma estrutura moderna e profissionais qualificados. Com unidades em Chapecó e Porto Alegre, ele se destaca pela expertise em tricologia e transplante capilar FUE, proporcionando segurança e resultados eficazes para quem tem a condição.
Além dos tratamentos capilares, o espaço também conta com dermatologia clínica e cirúrgica, estética facial e corporal, laser e nutrição funcional, oferecendo um atendimento completo para a saúde e bem-estar dos pacientes.
Para saber mais sobre os tratamentos disponíveis e agendar uma avaliação com os especialistas do Instituto Alme, acesse o perfil no Instagram: @almeinstituto.
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